Cotidiano em uma praça familiar


Lá estava novamente. Na mesma praça de sempre, esperando sua mãe ir busca-la, sem um lugar para sentar. O dia estava quente e abafado, sua cabeça latejava o que mais desejava era ir para casa. Para passar o tempo sempre ficava ali observando o comportamento das pessoas. 
Uma avó carregava uma criança de colo e comentava com uma mulher, que também tinha a sua criança para observar, como a mãe trabalhava e não tinha tempo para ficar com ela, por isso ia ajudar. Uma mãe se aproximou da cama elástica, pois o seu filho queria pular, ela olhou a garota com um olhar de expectativa, esperando que eu fosse a pessoa que iria atende-los. Cordialmente sorriu e logo apareceu o garoto, que veio correndo, para próximo do brinquedo e pode atende-los.
Algumas meninas passeavam na praça conversando e comentando de suas vidas. Ela as conhecia, mais sua cabeça incomodava muito e não quis se aproximar para conversar. Elas brincaram com umas flores de uma árvore que era linda. Além de suas flores belas, ela tinha o seu charme especial. Se a olhasse rápido, pensaria que estava morta, mais não, lá estava ela a dar flores. A garota desejava ter uma câmera naquele momento.
As pernas começaram a doer, pois tanto tempo em pé e com o peso dos materiais escolares, suas pernas em algum momento iriam se manifestar. Sua mãe finalmente chegou, e então abandonou a praça e todos os que ali estavam e pode ir para casa. 

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