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O tempo não para

Estava eu esperando minha mãe novamente. Agora com o novo emprego que ela conseguiu eu tenho que ficar esperando mais alguns minutos no colégio. Nesse tempo se não estou com os meus amigos eu fico escutando musica. Nesse dia, todos do minha sala já tinham ido embora e eu fiquei ali observando as pessoas de outras salas, todos mais novos – já que a minha turma é a mais velha. -  Aquelas meninas chamaram a minha atenção, deviam ter seus 12/13 anos e estavam sentadas perto de mim, e sem saber que estavam sendo observadas conversavam entre si.
Fiquei ali as observando e lembrando da época que eu tinha essa idade. Não que faça muitos anos, mas parece que foi a séculos atrás. A época que estava descobrindo como era conversar com os meninos, que eu e minhas amigas ficávamos trocando risinhos de coisas bobinhas mas que para nós eram especiais. Nos chamávamos de doces – chocolate, doce de leite ninho – lembra? Cada um fazia parte da mesma família, cada qual com sua posição, fui filha de diversas amigas – por vezes mais novas que eu, e isso era engraçado. Tudo era especial. Nosso mundo era aquele, não nos preocupávamos com política, dinheiro publico ou mesmo na critica social que o filme V de Vingança faz.
Tudo que era serio para os "adultos", para nós eram coisas bobas, futilidades. Ainda imaginava que existia príncipe e por vezes escrevi para AQUELE garoto do colégio, que era considerado o sonho de qualquer garota. Brigávamos porque uma amiga não quis sentar conosco no recreio. E falando assim parece bobo e ridículo, mas na época não era. Hoje meus sonhos são outros, julgo maiores do que naquela época. O mais engraçado é que as garotas ainda estão lá. Cometendo os mesmos erros e acertando nos momentos certos – ou não. E eu estou aqui, me sentindo velha pela nostalgia e nova quando penso que minha mãe deve rir de mim quando me vê cometendo os mesmos erros que ela pode ter cometido.

Crise dos 17


Algumas pessoas falam que existe crise dos trinta anos, eu nunca entendi isso, ficava imaginando como alguém pode ter uma crise em uma idade. Será que ela se dá conta que está envelhecendo? Será que quando é chegado em determinado ponto da vida ela vê que atingiu uma certa maturidade e agora realmente se considera adulta? 
O pior aconteceu, não necessariamente foi os trinta, mais os 17. Ao perceber que o dia em que completaria mais um ano de vida se aproximava, cada vez mais rápido, comecei a pensar sobre a vida. Admito, não foi a idade que eu sempre quis fazer. Sempre quis ter 16 anos, achava que essa idade seria o auge da minha vida, pelo menos era o que achava. Tive um ano para aproveitar, e quer saber, isso não mudou nada na minha vida! Na verdade foi um ano relativamente normal. Com seus altos e baixos, mais nada que eu diria: "uau, mudou a minha vida!"
Agora estou perto de completar mais um ano de vida e entrar no terceiro ano do ensino médio  estou me sentindo uma idosa, se eu posso comparar assim. Decisões importantes devem ser tomadas e não sinto ter maturidade suficiente para encara-las. Sinto que deveria ter essa maturidade mais ela não chegou junto com a nova idade. Mais tudo certo, pelo menos ainda não completei e posso aproveitar os ultimos segundos dos 16 anos que me restam.

Novas expectativas

Imagem retirada do we❤it
Um novo ano começou. Junto com ele um novo dia, carregado de promessas e um novo animo. As coisas ruins que ocorreram no passado ficaram para trás  junto com as boas que agora ficaram só na memoria. É cliché pensar que o ano começou e agora é a hora de tentar de novo. Muitos sabem que as promessas feitas foram em vão, que por mais que tentem mudar logo estarão cometendo os mesmos erros novamente. Junto com os erros a vontade de se reerguer e tentar de novo. Alguns tentam outros já desistem no primeiro erro.
Ouvindo a pregação de um pastor, ele dizia que a passagem do ano é algo apenas simbólico pois será apenas a passagem de um dia para o outro, passaremos do dia 31 para o dia primeiro e nada mais. Fiquei a pensar em como isso é verdade, é algo tão obvio e eu nunca tinha olhado dessa maneira. As mudanças ela devem acontecer por nós mesmo, e não só porque um novo ano começou. É como aquela pessoa que diz que irá começar uma dieta na segunda-feira. A segunda chega e a dieta não se inicia.
Espero que esse ano que acabou de se iniciar, as mudanças realmente aconteçam. Feliz ano novo para vocês!

Cotidiano em uma praça familiar


Lá estava novamente. Na mesma praça de sempre, esperando sua mãe ir busca-la, sem um lugar para sentar. O dia estava quente e abafado, sua cabeça latejava o que mais desejava era ir para casa. Para passar o tempo sempre ficava ali observando o comportamento das pessoas. 
Uma avó carregava uma criança de colo e comentava com uma mulher, que também tinha a sua criança para observar, como a mãe trabalhava e não tinha tempo para ficar com ela, por isso ia ajudar. Uma mãe se aproximou da cama elástica, pois o seu filho queria pular, ela olhou a garota com um olhar de expectativa, esperando que eu fosse a pessoa que iria atende-los. Cordialmente sorriu e logo apareceu o garoto, que veio correndo, para próximo do brinquedo e pode atende-los.
Algumas meninas passeavam na praça conversando e comentando de suas vidas. Ela as conhecia, mais sua cabeça incomodava muito e não quis se aproximar para conversar. Elas brincaram com umas flores de uma árvore que era linda. Além de suas flores belas, ela tinha o seu charme especial. Se a olhasse rápido, pensaria que estava morta, mais não, lá estava ela a dar flores. A garota desejava ter uma câmera naquele momento.
As pernas começaram a doer, pois tanto tempo em pé e com o peso dos materiais escolares, suas pernas em algum momento iriam se manifestar. Sua mãe finalmente chegou, e então abandonou a praça e todos os que ali estavam e pode ir para casa. 

Mudanças


De um ano para o outro mudei radicalmente. Ano passado nunca imaginaria que iria mudar tanto. Passei por uns três anos ou mais pelas mesmas ruas, pela porta da mesma padaria, encontrando sempre as mesmas pessoas. E derrepente não passo mais pelas mesmas ruas, mas por caminhos diferentes, não passo mais na porta de uma padaria, mas por um parque onde observo as pessoas caminhando, o céu, o sol e os inúmeros prédios do centro da cidade. 
Locais que antes só ia uma vez ao ano, vou quase todos os dias, pessoas que nunca imaginaria conhecer, conheci. Mudei meus gostos. Mudei meus colegas de todas as manhãs. 
Posso dizer que em menos de um ano amadureci muito, ocorreu mudanças em todos os campos da vida. Minha vó que antes estava ali todos os dias, está agora só duas vezes ao mês, tive que aprender a cuidar mais da casa, a estudar muito em pouco tempo, a acordar cedo nós sábados, a não dormir mais todos os dias de tarde,aprendi a cuidar de uma bebe linda(minha priminha), aprendi a andar sozinha pelos lugares, aprendi a não julgar os outros pelas aparências, aprendi a não confiar em todo mundo, aprendi a confiar mais em Deus, e estregar meus planos e sonhos a Ele. 
Estamos quase nas férias, mas parece que foi ontem o meu primeiro dia no colégio, mudou tanta coisa em tão pouco tempo. Mas pensando bem, mudar é necessário! Ano quem vem terá mais mudanças e todos os anos serão assim, afinal se não passarmos por mudanças significa que tem alguma coisa errada, você não está saindo do lugar. Mudar é necessário. E agora vou dizer aquela frase clichê "não mude sua essência". 

Fora do eixo?


Já estamos no meio do ano. Quantas coisas aconteceram em 6 meses. Tudo mudou de uma maneira meio louca. Seus antigos amigos não são mais amigos. Os atuais você tem medo de classifica-los como amigos e se decepcionar. Algo diz que está tudo errado e fora dos eixos. Para por um momento para ver tudo o que aconteceu e continua sem entender. Como chegou ali tão rápido?
Se tornou uma pessoa melhor em algumas coisas, e infelizmente pior em outras. A correria do cotidiano lhe impede de fazer coisas que antes gostava, como por exemplo encontrar com uma antiga amiga e jogar conversa fora, ou até mesmo escrever um  texto sem que envolva um tema proposto por um professor.
Sua família está mais unida, mais mesmo assim diferente. Sua mãe agora sai de casa e vai trabalhar todos os dias.O garoto mais velho agora cursa a faculdade. A garota mal fica em casa, pois deve estar no colégio o dia inteiro. Por vezes grita pedindo descanso mais ela se lembra: “você está investindo no seu futuro!”. Mas para onde esse futuro vai me levar?
Era  tão facil viver sonhando, mas enquanto ficavamos sonhando, a vida ia passando. Não sabe o que vai fazer amanha, só tem uma leve ideia, mais cada dia é uma nova surpresa. Esse dia mesmo, nem terminou e já chegaram “novidades”.
Para e respira! Nada vai voltar a ser como era a 5 minutos atrás, muito menos a 10 meses atrás. A garota não deseja voltar no tempo, ela só agradece, pois se ela tivesse parado no tempo, as coisas novas não viriam. Ela teria que se contentar só com o que já tinha conquistado.

"O que os outros vão pensar?"

   "Quando eu era pequena não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula-sem-cabeça ou de bruxa malvada. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se Os Outros.
   Nada podia ser mais danoso que Os Outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, Os Outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os Outros nos apelidariam de bicho-do-mato. Se não emprestássemos nossos brinquedos, Os Outros nunca mais brincariam conosco.
E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos” “Eu lá quero saber dos Outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos vermos livres daquela perseguição.
   Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os Outros estavam mais fortes do que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.
   “Você vai na festa com esta calça toda furada? O que Os Outros vão dizer?” 
   “Filha minha não viaja sozinha com o namorado, não vou deixar que vire comentário na boca dos Outros”.
   Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.
    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo a nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não levá-los a sério, mas sempre que bate uma vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar este gostinho para Os Outros”.
   Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade."


                                                                 Martha Medeiros


Obs: Encontrei esse texto no módulo de Gramática quando estava fazendo uma tarefa, na hora pensei "Nossa esse texto tem que ir pro blog", e aqui está só eu acho que a Martha Medeiros escreve muito bem? Claro que não né, e esse texto descreve exatamente o que acontece com muitas de nós.

Viagem com as pessoas erradas?


Perdida em um ônibus. Ela se pergunta como viera parar ali. Queria sair correndo, aquele ambiente não a pertencia. Com poucos se identificava, poucos. Como a música fazia ela se encontrar em um lugar bem longe dali, onde ela se identificava realmente.
Olhava para a janela e via aquela vista. Uma  boa música soava em seus ouvidos. Era a favor da música do que dos comentários que era obrigada a escutar dos seus colegas de ônibus. Sempre que viajava via pequenas casas escondidas entre as árvores. Sempre se perguntava como alguém era capaz de morar em tal lugar. Afastado do mundo, talvez sem volta. Naquele momento, entendia o por que. A sociedade era muito complexa de se entender, difícil de se lidar. Viver perto da natureza além do silencio era um ótimo lugar para relaxar.
Ela nunca se viu capaz de morar em outro lugar sem muito movimento. Acostumou com o ambiente da cidade grande. Carros buzinando a todo momento. Pessoas gritando, correndo... Ela gostava disso, por mais estranho que fosse. Talvez naquela situação o que ela mais queria era paz escondida dentro daquelas árvores.
Os assuntos não a interessavam. Nem de longe. Tudo bem, ela se considerava chata, mais tudo não deveria ter um limite? Alguém a cutuca, fazendo com que ela deixe de lado, por um momento, aqueles pensamentos. Era seu irmão. Olhar para ele, apesar de ser seu irmão chato, fazia com que ela se acalma-se um pouco.
Enfim  o ônibus parou. Deu para imaginar como ela ficou feliz? Ela esperou parte das pessoas descerem. Seu irmão já havia descido. Ela fica de lado no corredor, fazendo com que ninguém mais passase, para que ela pudesse ver se estava esquecendo alguma coisa. Novamente alguém  a cutuca, e já ia respondendo toda brincalhona “nossa, você não me deixa em paz né enjoou” (como ela gostava de chamar o irmão), só que ela não consegue. Ela nunca tinha visto ninguém olhar assim, um olhar puro e profundo, que davam a impressão que aquele menino seria capaz de ler sua mente, ou pior, o seu coração. Ela se apaixonou! E depois disso, aquele ônibus tão odiado, se tornou o lugar mais incrível que ela poderia e queria estar.

Temporário.


Sabe quando você está em um lugar e tem a impressão de que você não deveria estar ali. É isso que eu ando sentindo é estranho, é como se tanto faz eu estar ali ou não, as vezes as pessoas me notam, outras vezes fingem não ver. Como se tudo pelo que estou passando fosse temporário. 
O lugar não é ruim, as pessoas que vivem ali não sei se são boas ou ruins, mas simplesmente não é o meu lugar. Me sinto deslocada como se estivesse apenas passando o tempo, como uma obrigação. Se tenho que estar ali, vou estar ali. 
Tudo novo, um novo começo. E ai que me pergunto. Será um bom começo? Me perguntam como vão as coisas e a única palavra que vem a minha mente é "normal". Não está ruim, não está bom, está normal. Não é como uma rotina é diferente. Só não sei explicar. 
Só espero que as coisas melhorem, porque sempre acredito que no final as coisas sempre dão certo. Precisamos confiar em Deus e esperar o melhor, porque o que Deus quer para nós é muito melhor do que nós imaginamos.

Leve-o para onde for

Lá vou eu novamente, escrever sobre uma menina que por problemas em se comunicar, falar dos seus sentimentos, acabou se machucando. Pior, machucando os outros.
O nome dela? Acabou que com o tempo se tornou obvio, não? Ela se chama: Eu. Lá vai ela escrever sobre outra historia de amores sem final, ou que tiveram seus finais tão torturantes, que eles foram abandonados para que ninguem mais sofresse ao le-los. Não que ela tenha vivido todos eles, mas ela escutou, leu, observou, imaginou. Afinal, hoje em dia, as pessoas não sabem o que é amor, ou melhor, não sabem amar.
Já se perguntou o que é amor? Existem muitas respostas, seja do poeta ao filosofo. Até hoje, ninguém tem uma certeza do que ele é, mais sabem o que ele é capaz de fazer. Todos o temem, todos os desejam, todos o amam. Essa é uma realidade, amor é um doce veneno.
Muitos o vivem, poucos sabem o explicar. Todos sentem, poucos percebem. Poucos são os que conseguem faze-lo durar. Seja o amor de um pai com um filho, de um cachorro com o seu dono, de um marido com sua esposa...
Para amar é preciso paciencia, bondade, confiança, saber a hora de compartilhar. “Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo.” (I Co 13.06).
Após um relance de realidade e imaginação. Ela se deu conta de que amor são muitas coisas e ao mesmo tempo uma só. Ela já o viveu, mais de formas distintas e que poucos conseguem compreender. Amor é uma definição que varia de história para história, leva em conta personalidade, e também a idade. Ela percebeu que ele não está em um único lugar, sim em vários. É preciso apenas que você o leve para onde você for. Você viver o amor.

Nada com nada

Todo dia chego do colégio muito cansada. A impressão que eu tenho é que vou cair a qualquer minuto, como se  meus pés não aguentassem mais meu peso. Sempre me deparo com a mesma cena. Minhas cadelinhas me dando boas vindas e loucas para que eu brinque com elas. Meu irmão, com fone de ouvido mexendo no computador. E por fim, meu pai vendo televisão.
Nunca presto devida atenção ao que ele assiste. O que eu mais quero é tirar o meu tênis, jogar a mochila em qualquer lugar e fazer a primeira coisa que me vem a cabeça: dormir. Mas nesse dia não. Eu cheguei, cumprimentei a todos, como sempre, e sentei no sofá. Não tirei meus tênis no primeiro momento, não guardei mochila, eu só sentei e comecei a ver o noticiário. 
Tantos dias sem almoçar em casa, sem ficar um tempo sentada no sofá sem fazer nada que o que eu mais queria             fazer era nada! Estava passando algumas noticias que eu geralmente não me importo, daquelas que você só presta atenção se lhe é pedido que faça um trabalho sobre ou se não tem nada, absolutamente nada, para fazer ou assistir. O que era meu caso.
A noticia enfim mudou. Começou a passar uma imagem aérea de uma rua bastante movimentada. Pessoas correndo, empurrando umas as outras, doidas para chegar ao seu destino. Não lembro o tema da reportagem, mas aquela cena ficou na minha cabeça. Talvez eu estivesse como aquelas pessoas. Doidas para acabarem com suas obrigações rapidamente, para chegar em casa e não fazer mais nada. Mas chegando em casa, o nada aos poucos ia se tornando sufocante e logo estaria louco para fazer alguma coisa. Varias opçoes do que fazer, do que arrumar em casa passam em sua mente. São tantas as opções que você acaba não fazendo nenhuma.
Assim acabou meu dia. Uma pessoa sentada no sofá, com muitas opçoes do que fazer e não fazendo nada.

Preciosos amigos.


Bom não sabia ao certo do que falar, então decidi falar dos meus preciosos amigos... É tão bom poder contar com pessoas que nos fazem felizes, que nos querem bem não é mesmo? Não consigo evitar novas amizades onde vou, gosto de pessoas principalmente aquelas que amam conversar e fazer muita palhaçada e lógico aqueles que te ajudam nos momentos mais difíceis, e que não te apóia nas escolhas erradas... Amizade é uma coisa seria temos que cultiva-la e aprender as varias formas de amar.

O bem virá.

Hoje vou contar uma historinha para vocês. Não sei se vocês vão se identificar com ela, mais leiam e tentem tirar algum proveito disso. 
Existia  uma menina cujo nome é melhor não mencionar agora. Talvez como você ela tinha acabado de voltar a estudar. No ano que tinha se passado, ela teve muitas dificuldades, não só no campo emocional, mais também no campo escolar. Ela era muito ingenua, e todos diziam isso para ela. Apesar de ter praticamente a mesma idade que seus amigos, em muitas áreas ela se sentia perdida, pois ela não se aptava ao tipo de conversa que eles acabavam chegando vez ou outra. 
Em um ano, o ano que ela pensava que seria um dos melhores da sua vida, ela teve mais decepções do que coisas que a deixa-se realmente feliz. Estava começando a perder o foco, pois a alegria muitas vezes sumia. 
Fez amigos, desfez amizades. Chorou, sorriu. Descobriu dentro dos seus considerados amigos, verdadeiros amigos. Descobriu dentro daqueles sem importância no seu meio social, novas amizades. Dentro dos seus "verdadeiros" amigos, descobriu inimigo... O de sempre. 
Ainda ao se lembrar dos seu ano conturbado ela ainda levanta alguns questionamentos. O por que aquilo ocorreu? Por que justo naquele momento? Por que não ocorreu antes (ou depois) ? Algumas perguntas ela não achou resposta, nem imediata e muito menos depois. Mas para outras perguntas ela encontrou respostas. São essas respostas que a ajudam a seguir em frente. Essas respostas não vieram escritas e entregues de mão beijada. Para consegui-las ela teve que deixar as coisas seguirem o seu caminho. Parou de se questionar, pois as perguntas já não faziam sentido. Deixou que as respostas viessem do seu modo, como Deus queria entrega-las. 
Um novo ano começou. Um mes desse ano já se foi. Talvez as coisas esse ano já tenham começado mal, mais sabe, essa menina aprendeu a esperar. Esperar por que o bem virá. Pode até parecer clichê, mais é a realidade. As coisas acontecem no seu tempo exato, e ela só viu isso depois de meses lutando por respostas. As coisas que você está vivendo é sempre para um bem maior, talvez você não veja, mais com o tempo você verá. 

Novos raios de sol


O relógio girava. A cada vez que olhava uma hora diferente marcava. 3:40; 4:20; 5:35; 6:00;  Perderá uma noite completa de sono. Não conseguia dormir, sua mente não conseguia desligar dos pensamentos mais confusos. Rolava  na cama. O cansaço existia, até doía os olhos, mas estes não conseguiam se fechar.
Desistiu. Abriu a janela do quarto para ver mais um dia nascer. Viu o padeiro chegar, e viu o momento em que ele abriu as portas para os seus clientes entrarem, como sempre pontuais. O lava jato já se preparava para receber seus primeiros clientes do dia. Um cachorro latia ao fundo, fazendo as pessoas com sonos mais leve acordarem mais cedo, e provavelmente estressadas.
O céu não mudava de cor ainda. Além de estar em pleno horário de verão a noite fora fria e uma forte neblina preenchia a cidade. A vista da janela do seu quarto ficava mais bonita a cada dia que passava, aprendeu a ama-la de tal forma que seria difícil troca-la por outra.
Podia-se ouvir o ronco do motor a dar a sua primeira partida.  O movimento dos carros só aumentava. Queria estar dormindo, mas estava sendo uma experiencia incrível ver o dia nascer. Mesmo com a mente atordoada aquele momento estava se tornando prazeroso. Precisava colocar as ideias em ordem, e por que não ali, vendo o céu mudar de cor. A esperança se renovando a cada raio de sol. 

Nem primeiro nem ultimo somente amor.


Aposto que amor é uma duvida freqüente na cabeça de todos vocês. Pois quase enlouqueço com tantas perguntas sem respostas. Porque é tão difícil amar sem culpa, sem dor e sem lamentações? O que seria a diferença entre paixão e amor? Sabemos a diferença, mas não sabemos ao certo o que sentimos se é tal amor ou paixão. A cada fim de um amor me acho estranha por estar ali amando de novo e caindo nas mesmas ciladas de um romance. Estranha por sentir sensações de borboletas no estomago e ansiosa por um sinal. E creio eu que não sou a única. A insegurança alimenta o ciúmes e só nos gera problemas e depois de ver amores e mais amores passarem e de filosofar sobre o que é o amor volto nos mesmos questionamentos. Nesta lição aprendi que amor gera dor, ciúmes, insegurança, medo, e que temos que saber ponderar as coisas. Tá mas o que é amor?




Mesmo drama

Inicio de ano, todos ficam com aquele nervosismo pré aula. Colégio novo, talvez alguns (como eu) não saibam ainda onde vão estudar, pessoas novas... Sempre vem em na cabeça algumas perguntas como: Será que as pessoas vão gostar de mim? Será que os professores são legais? Será que...
A questão é, sempre temos o famoso frio na barriga que é capaz de tirar algumas horas de sono, em casos mais extremos. Mudanças nunca são bem aceitas, principalmente se forem inesperadas. Talvez a palavra certa para descrever todo esse "drama" seja: medo. Forte né? Pode parecer, mais é ela que resume isso tudo. São tantas coisas para pensar, tantas informações juntas que somos capazes de enlouquecermos neste período. 
Gosto de chamar meus "problemas" de dramas. Sim, por que muitas vezes são problemas feitos apenas nas nossas cabeças, na realidade não são tão ruins assim. Talvez precisamos mesmo de mudanças. Com o tempo a comodidade nos afeta de modo que nem  percebemos. E o que acontece depois? As mudanças inesperada chegam e você deve começar a pensar novamente. Se acostumar, adaptar em um novo ambiente. 
Nunca é tarde para se fazer novas amizades. É duro deixar aquelas que vieram de anos, mas talvez seja necessário. Talvez você mesmo estive-se já há algum tempo pedindo essas mudanças, só que não percebeu. Apenas talvez. Pode ter certeza, inicio de ano, principalmente para nós, meros estudantes, é sempre complicado, sempre temos o mesmo drama. Basta agora levantar a cabeça e seguir em frente. Sempre deixando a mente bem aberta para aceitar o seu novo futuro, talvez provisório, afinal, nunca se sabe né!? E lembre-se, divirta muito, pode parecer difícil no começo, mais aproveite da situação para sorrir e fazer novos amigos, talvez esses te acompanhe por um longo tempo. Nunca é tarde para tentar novamente.



Tarde de Verão

Final de uma tipica tarde de verão, a música tocava ao fundo fazendo que sua mente viajar para um outro planeta. Ela pensava que os problemas apareciam somente quando estiva estudando, não nesse período de férias. Estava errada. O ano nem começará e sua mente já voltará a trabalhar como antes. 
Naquele momento tudo o que queria era pensar em nada e ao mesmo tempo em tudo. A música lhe permitia imaginar um futuro que talvez nunca chegue. Talvez nem seja do modo que imagina. Apenas talvez...
Já fazia um tempo que ela não se permitia imaginar de tal forma. Estava feliz, rindo de coisas sem sentido aparente. Uma risada infantil, sem malícia. Ela gostava disso. Sabia que sua vida iria mudar, mas aquele momento ali, sozinha com sua música, não mudaria. Ao pensar nisso, ela sorriu.

Qual caminho seguir?


Agora que tudo acabou todos reclamam, mas antes todos diziam que queriam sair isso é tão contraditório mas é verdade, nós só damos valor quando perdemos (eu sei que essa frase é cliché mas é a mais pura verdade). E agora o que vamos fazer? Precisamos seguir caminhos diferentes, fazer escolhas que pode mudar todo o nosso ano, podemos ser feliz ou não. E como esse ser ou não ser é difícil! 
Queremos uma coisa e nossos pais outras, as vezes até nossos pais entram em contradição sobre o que seguir. Como o se nos confundi, e se eu tivesse ficado onde eu estava, e se eu tivesse ido para o outro lugar, e se e se... 
Devemos esquecer os e se, e seguir em frente. Escolher qual estrada seguir e arriscar, porque essa é vida cheia de erros e acertos. Mas temos chances de acertar se confiarmos em Deus, e pedir sua ajuda sobre o que escolher ele pode nos indicar o melhor caminho e fazer o que é certo. 
A única coisa que tenho certeza é que esse ano provavelmente será bastante diferente do ano anterior. Será um um ano cheio de pessoas diferentes, planos diferentes, histórias diferentes vão se cruzar e escrever uma nova. Quer saber, qual seria a graça se nós soubéssemos o que iria acontecer, ou qual o melhor caminho a seguir? Não sentiríamos aquele friozinho na barriga de correr aquele risco de errar ou acertar. O melhor a fazer é entregar nas mãos de Deus e deixar que ele escreva a minha e a sua história.

Novo Ano!

Pode parecer clichê, mas gostaria de vir aqui desejar um feliz ano novo. Nesse ano que se passou pode se encontrar de tudo. Lagrimas, sorrisos, doenças, traições, reencontros, desencontros... A maioria eu  vivi, tanto de forma mais forte, tanto de forma mais simples. Sei que você também passou por isso, é a vida. Não sei como ficou sua "listinha" desse ano de 2011, se você conquistou tudo, se quase chegou lá, mas continue tentando.
Mais um ano se passou. Com ele varias promessas, sonhos, objetivos se foram. É comum fazermos promessas e novos objetivos para este novo ano que se inicia. Quando o relógio bate, em geral as pessoas comemoram. Ficam maravilhadas com as luzes dos fogos de artificio brilhando, sejam pessoalmente ou pela televisão. A cada estouro um novo pedido é feito. Cada abraço é renovado, e até seus inimigos são perdoados, momentaneamente. Todos esquecem seus problemas para mergulharem em seus sonhos e relembrarem os fatos mais marcantes de um ano variado. 
Para você que lê esse texto, desejo que este ano seja em tudo melhor que o outro. Que você descubra um mundo novo, e transforme o seu para melhor. Que as amizades feitas durem para uma vida toda. Que vocês se esforcem para conquistar aquilo que desejam. Pode acontecer de você desanimar, mas cabeça erguida e continue andando, saiba que sempre poderá contar com alguém bem maior do que você. 
Você pode até ter vários motivos para se entristecer, mais lembre-se, você chegou até aqui, apesar de difícil, este ano passou e você continua de pé.
Um feliz 2012 para todo. Estes são os meus votos e da equipe do Última Págiina.

Dica de Leitura - Percy Jackson e Os Olimpianos.

Ano passado eu li toda a coleção de Percy Jackson e Os Olimpianos, e me apaixonei pelos livros e principalmente pelo personagem principal o Percy. A história é sobre o Acampamento Meio Sangue e os semideuses que vivem nele, sempre achei interessante a mitologia grega então gostei do livro. É claro que nem tudo que ocorre do livro segue certinho a mitologia grega algumas coisas são inventadas, porque uma boa história precisa haver imaginação.
Mas vamos lá, vou contar um pouquinho sobre cada livro da saga são no total cinco livros. A M. já falou sobre esses livros aqui, mas não de cada um então resolvi falar um pouco mais sobre eles.



O Ladrão de Raios - Percy Jackson descobre que é filho de Poseidon, e vai para o Acampamento Meio Sangue, lá ele conhece Annabeth Chase (filha de Atena) e Grover Underwood (um sátiro). O raio mestre de Zeus desaparece e todos acham que foi Percy quem roubou (por esse motivo o nome O Ladrão de Raios). Percy com a ajuda de seus amigos Annabeth e Grover tentam provar que não foi ele quem roubou e para isso vivem várias aventuras. Gostei muito do primeiro livro e e viciei na saga.


O Mar de Monstros - O Acampamento Meio Sangue está correndo perigo pois a árvore de Thalia foi envenenada e não protege mais o Acampamento do ataque de monstros. Por esse motivo Percy e seus amigos terão que enfrentar o Mar de Monstros em busca do Velocino de Ouro que pode curar a árvore de Thalia. O velocino de Ouro não cura somente a árvore mas também Thalia filha de Zeus.


A Maldição do Titã - Dois meios-sangues são encontrados, mas não se sabe ainda de quem são filhos, Percy e seus amigos precisam encontra-los, antes de Luke o encontre. Pois Cronos o titã que havia sido jogado no Tártaro está voltando e quer de volta todo o poder, e Luke está formando um exercito para destruir os deuses do olimpo. Percy descobre que os dois meios-sangues Nico e Bianca di Angelo são filhos de Hades.


A Batalha do Labirinto - Cronos quer destruir o Acampamento Meio Sangue para depois atacar o Olimpo. Por esse motivo Percy, Annabeth, Grover e Tyson filho de Poseidon um ciclope precisam entrar no Labirinto de Dédalo em um universo subterrâneo cheio de perigos e impedir que o exercito de Cronos possa invadir o Acampamento.


O Último Olimpiano - No último livro de Percy Jackson e Os Olimpianos, Percy e Nico di Angelo vão tentar descobrir o passado de Luke, para saber o porque ele tem tanta raiva dos deuses do Olimpo. O exercito de Cronos invade Manhattan, e Percy recebe a profecia sobre o sexto aniversário do herói e finalmente encontra  seu caminho.

Gente eu amei a série Percy Jackson, e fiquei doida para sair outros livros para que eu continuasse lendo, e agora já tem o livro O Herói Perdido da nova saga Os Heróis do Olimpo e já vou começar a ler quando terminar faço novamente uma resenha sobre ele para vocês.

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